Deposição em Aterro

Controlo Ambiental

ASO

Todas as medições efetuadas no âmbito da monitorização de efluentes gasosos produzidos nos queimadores foram efetuadas por técnicos da Pedamb - Engenharia Ambiental, Lda., com recurso a procedimentos de amostragem e análise.

A monitorização das emissões dos queimadores foi realizada nos meses de fevereiro, outubro e novembro de 2009 no caso do queimador 2 e nos meses de fevereiro, março e abril de 2009 no caso queimador 1, uma vez os mesmos não se encontravam em funcionamento nos restantes meses nas datas previstas para as monitorizações.

Contudo, é de salientar que, da análise dos relatórios de monitorização das emissões gasosas dos queimadores constata-se que nenhum parâmetro excedeu os valores limite da legislação nacional aplicável, tal como sempre tem vindo a acontecer desde o início da monitorização dos mesmos (2006).

Assim, pode afirmar-se que as emissões de gases de ambos os queimadores cumprem com segurança os limites definidos na legislação em vigor.

A monitorização da qualidade das águas subterrâneas é realizada nos seguintes locais:

  • nos piezómetros: um na região de infiltração (piezómetro S3) e dois na região de escoamento (piezómetros S1 e S2);
  • nos locais 2 (Furo), 5 (Poço) e 7 (Poço), utilizados para a determinação da qualidade da água subterrânea na envolvente do aterro, situados respetivamente em: Olho Polido, Casal Lemos e Casal Martinela;
  • no Furo existente no aterro para monitorização do Sistema Aquífero de Torres Vedras (corresponde ao Furo de abastecimento do Centro de Tratamento de Resíduos do Oeste).
  • num Poço em Casal de Vale de Moinhos, que foi iniciada em 15/12/2004 por sugestão da Comissão de Acompanhamento do Aterro Sanitário do Oeste, nos mesmos moldes que para os restantes Furos/Poços.

As determinações do nível piezométrico foram efetuadas com recurso a uma sonda de contacto da SEBA Hydrometrie, Modelo KLL, gama de medida de 200 m com sensor de diâmetro 14 mm, fita graduada, tambor de enrolamento e indicador luminoso.

É de salientar que apesar da licença requerer a medição semestral dos níveis das águas subterrâneas, optou-se por efetuar as medições de nível, sempre que possível, com uma periodicidade inferior para um melhor conhecimento do regime de escoamento existente.