Deposição em Aterro

Células do Aterro

ASO

O Aterro Sanitário do Oeste serve de destino final aos resíduos sólidos urbanos produzidos nos concelhos que integram o Sistema Multimunicipal de Tratamento e Valorização de Resíduos Sólidos do Oeste.

O Aterro é constituído por duas células diferenciadas de deposição de resíduos, sendo a primeira célula constituída por três alvéolos distintos (Alvéolos 1, 2 e 3) e a segunda célula por dois (Alvéolos 4 e 5).

Os Alvéolos 1 e 2 da Célula 1 foram encerrados temporariamente em agosto de 2004 (Fases A e B da exploração). O Alvéolo 4 da Célula 2 do ASO entrou em exploração em agosto de 2004, tendo o seu encerramento temporário sido iniciado no final de outubro de 2006 (Fase C). O Alvéolo 5 iniciou exploração em dezembro de 2006 tendo sido encerrado em outubro de 2009 (Fase D), sendo que gradualmente a frente de trabalho do Aterro já tinha avançado para o Alvéolo 2 (Fase E) em junho de 2009. O Alvéolo 3 ainda não iniciou exploração.

O sistema de impermeabilização na base do aterro é constituído por, de baixo para cima:

  • camada de solos compactados numa espessura de 0,5 m;
  • geocompósito bentonítico;
  • geomembrana em PEAD com espessura de 2 mm;
  • geotêxtil com função de proteção à geomembrana;
  • camada drenante (seixo rolado) com espessura de 0,5 m;
  • geotêxtil com função de filtro.

Nos taludes, o geotêxtil e a camada drenante são substituídos por uma geomembrana tipo "Secudrain".